Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de fevereiro, 2016
SEXO BANAL Allan Maykson Você se apega às minhas fotos e me chama para conversar é a melhor pessoa do mundo é com quem já quero me casar e em pouco tempo, meio de minutos na minha cama levei pra deitar já me deitou, já me tirou a roupa nem se moveu para vir me beijar. Já escarrou o meu corpo suado já começou lamber a minha nuca e eu nem sei qual a cor dos teus olhos eu reparei que nem me olhou direito. É como se eu tivesse ido à rua e apontasse para o primeiro. Eu me deitei com minha alma nua com meu corpo carente com a minha solidão. Mas depois me vomitou inteiro depois de um passeio cheio de vazio. Não teve abraço, mal teve despedida eu fui homem da vida deitado em meu colchão. Depois de tudo fiquei pior ainda e quis me sabotar achando que é normal. Doei minha carne, minha pele densa e minha recompensa foi sexo banal. 11 de fevereiro de 2016
EU DE AGORA Allan Maykson Ainda ontem estava tudo bem sorria para mim e pra quem passava. Mas hoje já mudou o dia está assim porque eu também estou. As fotos da decoração estão caindo ao chão o vento lá de fora traz as folhas que morreram o sol alaranjado ilumina o quadro esquecido na parede da escada do sótão que é meu quarto. Minha calça pendurada cogitam o abandono por onde adormeço e ainda pelo avesso... É a minha indiferença o meu vazio. Agora tenho medo de escuro qualquer barulho me assusta tenho horas de insônia não dá tempo para um sonho... Espalhadas no meu quarto as fotos da decoração as folhas que morreram se camuflam na escuridão... 10 de fevereiro de 2016
Longe. Um olhar longe. Único, porém.